"Felicidade Interna Bruta e Redes Econômicas Alternativas" é um audiovisual que descreve a origem do termo FIB, criado no Butão - um país asiático - e traz também reflexões sobre uma economia realizada a partir do empreendedorismo de artistas, artesãos e donas de casa. Trata de possibilidades econômicas criativas e solidárias, onde enriquecer não é a questão principal e sim: ser feliz de forma coletiva.
O documentário subsidiou os debates da Campanha da Fraternidade de 2010, que teve caráter ecumênico e abordou a economia e a vida. A participação de pessoas como o economista Ladislau Dowbor, o ambientalista Nelton Friedrich e a antropóloga Susan Andrews situam o tema da “Felicidade e da Economia” numa perspectiva de uma sociedade solidária, fazendo um contra-ponto à Economia Neoliberal.
Experiências concretas como a da Comunidade de Pindoguaba, de Tianguá (CE), descrita no documentário, apontam para uma economia solidária. Ali, a comunidade colhe de maneira sustentável o croá, um vegetal fibroso, produzindo artesanato e criando uma pequena rede de produção que envolve colhedores, manufatoradores, artesãos e representantes dos produtos em feiras solidárias.
O vídeo exibe ainda o circuito de produtores culturais, incluindo músicos, artistas, cantores e promotores de eventos, que constrói sua rede de Economia Criativa. Essa nova economia é exemplificada através do circuito da “Feira da Música”, iniciado no Ceará e expandido para vários pólos em outros estados do Brasil.
O audiovisual, realizado pela Academia de Ciência e Artes (Acartes), o Movimento de Saúde Mental Comunitária do Bom Jardim e o Instituto Lamparina é dirigido pelo jornalista Elizeu de Sousa, ex-integrante do Instituto Nosso Chão. A produção do vídeo, contou com patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil e apoio cultural da empresa Transágua e do Fundo Diocesano de Solidariedade da Arquidiocese de Fortaleza.
Mais informaçoes: Elizeu de Sousa (85) 9989.9012 / 8620.1580
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